Enviado em 27 de Junho de 2008
Publicado por Carlos Roberto Martins
Recebi hoje um casal de amigos em minha sala. Estavam felizes e sorridentes. Estive acompanhando esse casal por um tempo. Ela queria desistir de muita coisa na vida. Por conta de uma depressão, projetos antes sonhados e realizados estavam sendo postos à margem. Não suportava mais as coisas simples e comuns do dia-a-dia. Não por estar ambicionando coisas maiores. Era desistência mesmo. Para minha alegria ela, acompanhada do marido, chegou numa manhã para um tempo de gratidão: veio trazer-me um presente e agradecer pelo investimento feito por mim em sua vida e casamento. Seu rosto hoje está irradiando luz. Todos que a conheciam, percebem essa metamorfose. Ela fez questão de dizer que os problemas não mudaram tanto, ela mudou. Mudou sua postura, sua disposição. Eu emendei lhe dizendo o seguinte: Cris, você passou a ver a vida de outro ângulo. É isso mesmo! O lugar de onde vemos a vida pode ter influências muito fortes sobre nós. Se estamos de um lado onde convivemos com pessoas negativas, dissimuladas, frustradas e mal intencionadas, somos fortes concorrentes ao fracasso de nossos projetos. Se, por outro lado, damos passos pra frente a fim de buscar saídas para nossos impasses diários, veremos a vida com outras lentes. Daremos um “zoom” no que vale a pena receber nossa atenção. Olhe a vida com outros olhos, com outras lentes (desembaçadas de preferência). Se não está entendo algumas coisas do lado em que você sempre esteve, dê passos, vá para o outro lado. Só não vá só, vá com Deus. O que separa você de uma vida com sentido, pode estar a alguns passos adiante.
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Enviado em 14 de Junho de 2008
Publicado por Carlos Roberto Martins
Nossa transformação nos fins de semana é impressionante. Como mudamos no domingo: muda-se a aparência, a voz e vestimos a “roupa de ver Deus”. Ficamos mais mansos e parecemos anjos. A impressão é que Deus apenas nos vê nesse “dia dos crentes”. Me lembrei de Paulo falando aos Romanos no capítulo 6: Será que vamos continuar vivendo no pecado para que a graça de Deus aumente ainda mais? No capítulo 5 ele diz que onde aumentou o pecado, a graça de Deus aumentou muito mais ainda. Paulo conhecia muito os bastidores das igrejas, ele iniciou muitas delas. Conhecia os pecadinhos escondidinhos. Não se impressionava com gente cheirosa, com elogios suspeitos ou coisas desse tipo. Sabia que pessoas que pareciam anjos no domingo, podiam se transformar em demônios na segunda. Com a pregação sobre a graça abundante muitos poderiam achar que apenas domingo era o dia do Senhor e cair na gandaia nos outros dias da semana. Será que esse pensamento não permeia nosso convívio? Confiar na graça para continuar pecando é muito sério! Me preocupa que nossos encontros dominicais aconteçam somente para que haja um desencargo de consciência dos pecados que cometemos durante a semana. Precisamos levar a unção de domingo para casa e para rua. Permaneceremos no pecado semanal para que a graça dominical seja mais abundante?
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Enviado em 11 de Maio de 2008
Publicado por Carlos Roberto Martins
Às vezes penso que ela não se foi, tal a intensidade com que viveu. Mãe empregada doméstica, mãe que sabendo que os filhos não tinham o que comer em casa, guardava o pedaço de carne do almoço na casa da patroa e levava para repartir por quatro, dos quais um era eu. Mãe abandonada e traída pelo marido, mas que nunca desistiu dos que pariu: não jogou nenhum filho na Lagoa da Pampulha; não deixou nenhum rebento na porta dos mais abastados e nem abandonou o que gerou num leito de maternidade. Sua barriga nunca foi de aluguel, aliás, aluguel era apenas o das casas onde morava; por fim, nunca asfixiou nenhuma das três filhas que lhes nasceu, para em seguida atirá-las da janela. Ela tinha “os melhores filhos do mundo”, pensava. Mãe negra e sem alguém que lhe desse direção para crescer e vencer. Mas cresceu no peito e na raça! Seu sorriso tímido expressava doçura. Era uma Rosa, Emília Rosa era seu nome. Venceu muitas batalhas na vida, silenciosamente, provando que nem sempre o que grita é o que vence. Lutou até onde pôde contra um mal que lhe calou , mas “mesmo depois de morta, suas obras ainda falam”. Há oitenta anos atrás ela veio ao mundo e foi afagada pelos braços de alguém, ao ir embora, foram meus braços que a sustentaram, até não poder mais respirar. Me vejo nela, quando tento ser um pai quase onipresente, em busca do bem estar de minhas meninas. Não tenho mais como agradecê-la pelo bem que me fez, ela já não poderá ouvir. Se você achar algo de bom no que escrevi, ou mesmo na minha vida, agradeça a Deus por ela ter existido. Obrigado Rosa, Emilia Rosa.
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Enviado em 6 de Maio de 2008
Publicado por Carlos Roberto Martins
A vida é feita de passos e não de pulos. Ela nos apresenta etapas muito importantes que não são para optarmos, e sim para cumprirmos. Erramos quando negligenciamos issso. Olhando a trajetória do crescimento de Jesus, vejo que ele percorreu os caminhos para alcançar a maturidade judaica: “Completados oito dias para ser circuncidado o menino, deram-lhe o nome de Jesus, como lhe chamara o anjo, antes de ser concebido”; Passados os dias da purificação deles, segundo a lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para o apresentarem ao Senhor”. Por fim, Lucas diz que “crescia o menino e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele”. Interessante, ele não se recusou em passar por tudo que a lei ordenava, apesar de ser o Filho de Deus. Se auto-denominou Filho do Homem, tamanha a identificação com sua humanidade, apesar de ser divino. Há daqueles que começando a dar os primeiros passos, têm pressa de imediatamente alcançar o topo, mas a experiência mostra, que chegam lá despreparados. Não tenha vergonha de crescer, isso é saudável.
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Enviado em 3 de Maio de 2008
Publicado por Carlos Roberto Martins
Faz algum tempo que não sento para escrever por aqui. Na verdade tenho sentado em outra cadeira; aquela que nos leva a calcular os custos de construir algumas coisas na vida. Isso demanda tempo e reflexão. Em Lucas 14:28, Jesus diz que quem pretende contruir uma torre, precisa sentar e calcular as despesas, a fim de verificar se têm os meios para a concluir. Tudo o que vale à pena construir, não pode ser na correria. Construimos muitas torres na vida, mas é impressionante como algumas delas se acabam tão rapidamente, outras nem terminam de ser contruídas. Não será nossa pressa? A maneira inconsequente como decidimos a respeito de coisas tão importantes? Às vezes chamamos de fé nossas precipitações, se fosse, não veríamos tanta gente arrebentada à beira do caminho. Gente que ouviu o “profeta” na hora de casar, de ser pastor, de comprar ou vender, e até para saber se está salvo ou não. Existe o Caminho de Deus, que é perfeito. Mas existe o nosso caminho, dado por Deus, que precisa ser administrado por nós, e não pelos outros. A questão é que não queremos ter o trabalho de sentar e calcular os custos, então, delegamos a outros nossas próprias decisões. Não sei quando voltarei para escrever por aqui. Estou construindo algumas torres que há muito estava calculando o custo delas. Talvez daqui a pouco eu volto, não sei. Continuarei dando prioridade mais a cadeira que me leve a refletir, do que a cadeira que me faz apenas escrever irrefletidamente. Quero olhar um pouco mais a vida à minha volta. Enquanto isso, vá também construindo suas torres (todos nós temos uma a construir), se quiser, pode dar uma passadinha por aqui nas horas descanso.
Até breve? (não sei!)
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Enviado em 3 de Maio de 2008
Publicado por Carlos Roberto Martins
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Enviado em 28 de Março de 2008
Publicado por Carlos Roberto Martins
Nascemos para contruir e para edificar; fomos dotados de dons e talentos para isso. A Terra foi dada ao homem a fim de que esse pudesse multiplicá-la, enchê-la e sujeitá-la. Tudo era perfeito até então; percebe-se, inclusive, com estas palavras que antes mesmo do pecado original, que o homem não fora feito para o ócio, e sim, para produzir. Contudo, a partir da desobediência a Deus, passou-se a erguer coisas que não eram para ser erguidas, a torre de Babel é um exemplo disso. As consequências têm sido danosas até então. Quando o homem cai em si, e percebe as deformações do que edificou, ele emudece ou toma coragem e vai em busca de concerto, tal qual o filho pródigo fez em relação ao pai, para quem virou as costas um dia. Fiquei surpreso dias atrás, quando percebi que o próprio Deus tem coragem para por abaixo coisas que Ele mesmo levantou: Eis que estou demolindo o que edifiquei e arrancando o que plantei, e isto em toda terra (Jeremias 45:4). Nesse caso, Deus está falando do investimento feito no homem e da oportunidade que a este foi dada e não foi aproveitada. Deus é perfeito no que faz, mas quando percebe que fazemos pouco caso com o que ele nos edificou, avisa com antecedência que podemos perder; se não há mudança, a demolição é irreversível. Com Noé, Ele descontruiu um povo rebelde. Não basta reconhecer os erros cometidos; não basta lamentar, e ficar só a lamentar. Se preciso, desconstrua com a direção de Deus, e o que tiver de por no lugar, faça com com a bênção dele. Deus não usa material de segunda. O que Ele faz é sempre com excelência.
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Enviado em 22 de Março de 2008
Publicado por Carlos Roberto Martins
O salmo 51 fala de arrependimento. Fala de Davi se expondo, após cometer duplo pecado: ir para cama com uma mulher que não era a sua, e matar o marido desta ficando, assim, livre para tomá-la como esposa logo em seguida. Quem leva a cair a ficha do rei Davi é o profeta Natan. A partir daí, ele anseia por ter restaurada a alegria da salvação, perdida pela cegueira que o pecado traz, e também ora para que o Senhor não o repulse de sua presença. Davi era o cara! Era rei, tinha autoridade e poder sobre muita gente. Um pedido seu era uma ordem, porém, seu temor a Deus era algo muito forte. O ex pastor de ovelhas não se fiava em suas habilidades, ou mesmo em sua capacidade de dar ordens e tudo ser cumprido tão rapidamente. Davi poderia ignorar Deus, ser cínico e fingir ao povo que estava tudo bem. Mas não foi assim. Preferiu se expor e ser curado a manter seus pecados debaixo dos lençóis e viver de maneira hipócrita.
Vemos alguns que têm tão pouco poder, mas se tornaram arrogantes e longe de buscarem concerto para suas vidas.
Davi, ao contrário, entendeu que não adiantava ser poderoso e ter infuência e viver alienado da verdade libertadora que vem do alto. Gente como Davi tem se tornado raridade nos ajuntamentos cristãos. Transparência e verdade facilitam a cura para quem quer agradar a Deus. Não dá para passar toda uma vida de engano. Seja livre!
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Enviado em 10 de Março de 2008
Publicado por Carlos Roberto Martins
Hoje vi alguns videos antigos do Michael Jackson. Ri e me entristeci quase ao mesmo tempo. Ri de sua cabeleira “black power”e sua dança que fez-me lembrar James Brown. Revi canções ingênuas com as quais cresci ouvindo em minha infância e adolescência e que davam ênfase a amizade que nos põe próximos do outro, quando ele precisa, tais como I will be there e Ben. Fiquei triste, porque naqueles tempos, o mais famoso integrante dos Jackson Five, não tinha crise com a cor de sua pele; seu nariz e seu rosto não eram mais importantes do que a mensagem que sua doce voz transmitia. Ao crescer e se tornar pop star internacional, cresceram também as tragédias pessoais que foram apagando e silenciando aquele que chegou a ser um ícone dos jovens de sua geração: casos de pedofilia, solidão, filhos gerados de forma duvidosa e, por fim, dívidas acumuladas que, ao que tudo indica, o fará perder o Neverland (Terra do Nunca), um rancho temático de sua propriedade que lembra as fantasias da história de Peter Pan. Por falar em nunca, acho que ele nunca mais será o mesmo.
Penso que as lições da vida de Michael Jackson podem nos ensinar lições para esse curto espaço de tempo que vivemos debaixo do sol. Uma delas é que devemos “lembrar do Senhor nos dias de nossa mocidade, antes que cheguem os maus dias” (e eles vão chegar!). Não há ninguém que possa nos ensinar a viver com mais intensidade e a desfrutar essa linda época de nossa vida senão o próprio Deus. Deus é a favor da juventude, e não contra ela. Deus não tem nada a ver com o que os dogmas religiosos dizem a respeito dele. Deus é Deus sem religião. Deus é aquilo que a Bíblia diz sobre Ele. Drogas, àlcool, sexo fora do casamento e sensualidade não tem a ver com ser jovem. O secularismo inventou isso e não se tem mais controle.
Onde estão seus mais doces sonhos de menino? O que foi feito deles? Ser médico, bombeiro ou engenheiro. E você menina? Ser enfermeira, juíza ou dar aulas, já que sua primeira professora deixou marcas em seu coração pela forma carinhosa com que lhe tratava. Talvez, seduzido que foi pelas paixões da mocidade, hoje você chora. Chora as perdas que sofreu, os verdadeiros amigos que foram abandonados. Afinal, você estava entrando em outra, enquanto eles eram muito retrógados em relação ao que você via no mundo e esperava dele. Mas não sabia que o mundo passa e suas paixões também. Já que você sobreviveu a tantas turbulências, que tal pensar que Deus esteve com você, apesar de não concordar com você, assim como qualquer pai amoroso faria? Ele ainda quer você e tem poder para renovar suas forças como a da àguia. Pense nisso: Se você quiser, você será o que Deus quer que você seja.
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Enviado em 10 de Março de 2008
Publicado por Carlos Roberto Martins
Este é um assunto que vira e mexe volta à tona. Desta vez a polêmica gira em torno da pesquisa científica com embriões humanos. Estão em pauta, para julgamento, os artigos da Lei de Biossegurança que autorizam a pesquisa científica com embriões humanos. A Igreja Católica se apresenta como oposição neste processo. Ela diz que a manipulação dos embriões humanos fere os pricípios constitucionais do direito à vida. É bom lembrar que esse embriões seriam descartados ou permaneceriam congelados indefinidamente.
O QUE VOCÊ ACHA DESSE ASSUNTO? VOCÊ É CONTRA OU A FAVOR DA PESQUISA?
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Enviado em 8 de Março de 2008
Publicado por Carlos Roberto Martins
Fui surpreendido em nosso último culto dessa temporada de viagem missionária ao nordeste. É impressionante como temos a mania de esperar menos, do que julgamos de menor importância. Matatas, como já disse em outra postagem, é um minúsculo povoado do pequeno município de Salgado (SE). Honestamente, por termos uma igreja de maior porte nesta cidade, imaginei que o que viria receber do alto, seria onde tivesse mais gente e mais espaço. Concluí que não determinamos a geografia para o agir de Deus. Foi um culto marcado por um desejo de se querer mais do Senhor. Jovens e adolescentes quebrantados e adultos renovando alianças com Deus. Foi difícil a despedida, queríamos mais, e sabíamos que havia mais.
Você já foi surpreendido por Deus usar pessoas e situações inesperadas, a fim de abençoar sua vida? Um dia questionaram sobre o lugar de origem do Filho de Deus: Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? A resposta foi: Vem e vê. O que seria de nós hoje, se não fosse o filho do carpinteiro ter nascido num lugar mal-cheiroso, onde animais comiam e faziam suas necessidades?
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Enviado em 8 de Março de 2008
Publicado por Carlos Roberto Martins
Ainda estava no nordeste, mais precisamente dentro de um carro, a caminho de Matatas, um pequeno povoado do também pequeno município de Salgado (SE). Nesse momento recebo uma ligação do Rio; é o seu Jorge, um companheiro das sessões de hemodiálise no passado. Convivemos apenas por um ano, mas foi o suficiente para iniciar uma amizade que, ao que tudo indica, seguirá por anos a fio. Ele não me liga para pedir nada, apenas para lembrar-me que no dia 6 de março farei um ano de transplantado. Para quem não sabe, recebi generosamente um dos rins da Kátia, a mulher de minha mocidade. Fiquei bastante emocionado e, ao mesmo tempo, estimulado com a atitude de seu Jorge, até porque ele continua na hemodiálise. Ele não pertence a nenhuma igreja chamada evangélica, onde tenho grande parte de meus relacionamentos. Surgiu de repente, e a dor nos uniu mais ainda. Sentimos falta das resenhas que tínhamos, e então nos ligamos sempre. Atitudes como a dele eu chamaria de “momento mágico”, em que alguém te surpreende com o que faz ou com o que traz, sem que você pague por isso. Tornei-me grato a ele. Foi um tremendo estímulo!
Estímulo e gratidão se completam. Quem foi estimulado e venceu, torna-se grato. São ações que devemos praticar por toda vida, por causa do que pessoas especiais fazem por nós ou passam a representar em nossa trajetória. Pastor Claudemir, que está comigo no carro, traz-me a lembrança certa mulher na casa de Simão. Movida por profunda gratidão, por ter sido muito perdoada, ela não faz cerimônia alguma ao entrar na casa do religioso sem ser convidada. Essa atitude “surpreende” ao Senhor, embora fosse pecadora.
Gratidão é algo a ser praticado a vida toda. O estímulo pode mudar o dia de uma pessoa, ou quem sabe um ano…talvez a vida toda.
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Enviado em 5 de Março de 2008
Publicado por Carlos Roberto Martins
Estamos em nosso último dia em Salgado/Matata(SE). Várias reuniões com as lideranças da igreja de Salgado até aqui. Aprendendo com o apóstolo Paulo, estivemos reanimando os irmãos. Sentimos desânimo em muitos deles. Apesar de ser um dia comum, em que alguns dos jovens não puderam ir por conta dos estudos, a igreja estava bem representada. Pastor Claudemir, de Campos, pregou sobre Marcos 2. Ali, destacou aqueles quatro homens que carregaram um paralítico até as últimas consequências, ou seja, até onde Jesus se encontrava. Então o paralítico foi curado, apesar de todos os obstáculos. Termino perguntando: Até onde vai sua resistência por aquilo que você acredita?
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Enviado em 4 de Março de 2008
Publicado por Carlos Roberto Martins
Depois de um intenso fim de semana, encontro-me no nordeste, mais precisamente em Aracaju, de onde partirei rumo ao interior. A cidade é Salgado, há cerca de 1 hora da capital. Temos dois trabalhos missionários aqui no Sergipe: Salgado e Matata; este último é um pequeno povoado do município de Salgado. Novamente estou junto meus dois amigos Claudemir e Ângelo. Falaremos nas duas igrejas, reunindo lideranças e dando posse a outras. São igrejas vibrantes, com jovens que, apesar de estarem numa cidade quase inexpressiva no mapa, buscam mostrar seu valor. Muitos são universitários e não estão nada distantes daquilo que os jovens dos grandes centros têm recebido de Deus. Jovens que nos impressionam. Por três dias estaremos por aqui. Sempre se aprende algo nesse lugar, no mínimo aprende-se que não há limites para quem olha para cima.
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Enviado em 29 de Fevereiro de 2008
Publicado por Carlos Roberto Martins
Fui convidado a falar para um grupo de pastores da Tijuca nesta sexta. Começamos com um café da manhã, em seguida fui apresentado ao grupo pelo pastor Benone da Comunidade Jesus Vive. Enquanto ali estive, fiquei pensando em como é importante estar sob a liderança e o pastoreio de alguém. Quem se propõe a não caminhar sozinho, cai menos, se cansa menos e fica menos vulnerável às intempéries da vida. Tem mais gente para levantá-lo, caso venha a cair. Por isso as escrituras dizem que dois é melhor que um, por que “…se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão…” Você tem caminhado ao lado de alguém? Se não, escolha uma pessoa com a cabeça boa e de princípios saudáveis. Diga a ela: eu quero me submeter a você! Pastoreia minha vida. Diga não à solidão!
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